Motivos para reflexão (ão – ão!) a rir
Tudo o que precisamos de saber na vida, podemos aprender com um cão:
. Se olharmos fixamente para alguém durante o tempo suficiente, acabaremos por obter aquilo que queremos;
. Não devemos ir para a rua sem identificação;
. Devemos ser francos e directos com as pessoas, e fazer-lhes ver exactamente o que pretendemos, fazendo-lhes xixi nos sapatos;
. Convém termos a noção de quando guardar a língua e de quando usá-la;
. Devemos guardar uns momentos no nosso horário para uma boa sesta;
. Devemos sempre saudar as pessoas de forma amigável; um nariz frio na zona do entre-pernas é uma forma muito eficaz;
. Quando fizermos alguma asneira, devemos sempre assumir a responsabilidade (mal consigam arrastar-nos de debaixo da cama);
. Se não for molhado e pegajoso, não é um beijo como deve ser!(Fonte: Dog “Hause”; Imagem: Ingram Publishing / SuperStock)
As resoluções de um cão num momento de reflexão (ão – ão!)
. Quando me levarem a passear, nunca mais saltarei pela janela do carro fora e pela do restaurante dentro, mesmo que venha de lá um cheirinho muito bom;
. O rato do computador, ao contrário dos outros ratos, não é comestível; nunca mais tentarei comê-lo;
. Nunca mais procurarei o pouco que já resta das carpetes da casa, quando precisar de vomitar;
. Nunca mais me rebolarei sobre coelhos mortos, peixes podres, pássaros em decomposição, e outras coisas assim;
. Nunca mais comerei o cocó de outros animais;
. Nunca mais lamberei o rosto de alguém depois de ter comido o cocó de outros animais;
. Nunca mais voltarei a comer o que acabei de vomitar;
. “Areia para gatos” não é comida; nunca mais a comerei;
. Nunca mais comerei peúgas, nem as depositarei no quintal depois de as “reciclar”;
. O pacote das fraldas não é um pacote de bolachas; nunca mais comerei fraldas descartáveis, especialmente aquelas que tiverem sido usadas;
. Nunca mais roerei as escovas de dentes dos “meus humanos” sem lhes dizer;
. Nunca mais roerei marcadores ou esferográficas, especialmente se forem vermelhos, para os “meus humanos” não pensarem que estou a ter uma hemorragia;
. Quando viajar de carro, nunca mais insistirei em que a janela vá aberta, se estiver a chover;
. Nunca mais depositarei bolas de ténis todas lambidas nas cuecas de alguém que esteja sentado na sanita;
. Na casa onde moro não temos campainha na porta; nunca mais desatarei a ladrar sempre que ouvir uma a tocar na televisão;
. Nunca mais passarei por debaixo de um cão maior que eu quando ele estiver a fazer xixi;
. Nunca mais roubarei a roupa interior dos “meus humanos” nem irei exibi-la alegremente para o quintal, à vista de todos os transeuntes;
. Reconheço que o sofá não deve ser usado como toalha de rosto, tal como o regaço dos “meus humanos”;
. Reconheço que o meu focinho não tem lugar dentro do frigorífico;
. Nunca mais morderei a mão de um agente de tráfico quando ele estiver a estendê-la para pegar na carta de condução e no livrete de algum dos “meus humanos”;
. Nunca mais precisarei de me levantar bruscamente quando estiver deitado debaixo da mesa em frente ao sofá;
. Nunca mais empurrarei os meus brinquedos para trás do frigorífico;
. Reconheço que os homens da recolha do lixo NÃO ESTÃO a roubar as nossas coisas;
. Sacudirei sempre a água da chuva do meu pêlo ANTES de entrar em casa.(Fonte: Dog “Hause” – Imagem: Metro.co.uk)







